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Cooperação tecnológica leva inovação para a indústria da construção

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A indústria da construção vai ter profissionais mais qualificados e mais produtividade nos canteiros de obra. É o que prevê o Termo de Cooperação Tecnológica assinado entre o Sistema Federação das Indústrias do Estado do Pará, por meio do SENAI, e o Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (SINDUSCON). O evento, que teve a presença do presidente do Sistema FIEPA, José Conrado Santos, foi realizado durante a cerimônia de posse da nova diretoria do Sindicato, na programação da XIII Feira da Indústria do Pará.

O convênio estabelece duas frentes principais de atuação. Umas delas é a capacitação dos trabalhadores da indústria da construção, preparando profissionais para uma atuação mais eficiente. Nesse sentido, o SINDUSCON aproveita a expertise do SENAI, reconhecidamente a principal entidade de qualificação de mão de obra destinada ao segmento empresarial. “O SENAI hoje está muito focado no desenvolvimento dos segmentos industriais, principalmente àqueles ligados ao Sistema Fiepa e o Sinduscon é um dos sindicatos que têm essa necessidade de capacitação”, conta o diretor da instituição, Dario Lemos.

A segunda frente de atuação do convênio prevê a atuação do SENAI como consultoria para as empresas filiadas ao SINDUSCON, incorporando ao setor os conceitos de lean construction, que pode ser entendido como construção enxuta, promovendo obras mais econômicas e produtivas. “Estamos disponibilizando, por meio desse convênio, uma unidade itinerante que possa levar aos canteiros assuntos ligados ao conceito de construção enxuta, que evita desperdícios, otimiza nossos procedimentos e metodologia para que haja desempenho melhor nas obras”, pontua o presidente do SINDUSCON, Alex Carvalho. Para ele, a parceria também vai dar mais amplitude às ações do Sindicato voltadas para a capacitação e a inovação tecnológica.

Os primeiros resultados dessa parceria serão percebidos rapidamente, segundo Dario Lemos. “Após a consultoria ou ainda dentro dela já vamos observando pontos que podem ser corrigidos. Nos cursos, ao final ou no decorrer deles, os empregados vão aprendendo novas técnicas que eles podem empregar naquele exato momento”, completa. A ação começa envolvendo 20 construtoras em 2017 e tem a meta de atingir pelo menos 20% de aumento de produtividade, mas a expectativa é alcançar futuramente as mais de 5 mil empresas associadas ao Sindicato em todo o Pará.

Economia Criativa – A economista Lídia Goldenstein, formada pela Universidade de São Paulo e referência em estudos sobre economia criativa, falou sobre como estes conceitos podem ser aplicados para os pequenos negócios. A palestra ocorreu como parte da programação Desafios do Crescimento, realizada pelo Sebrae Pará durante a Feira da Indústria, que tem como tema a indústria criativa.

Lídia destacou a importância dos setores criativos, culturais e ligados às novas tecnologias. Estes segmentos, segundo a economista, crescem são esses os setores capazes de gerar emprego de melhor remuneração e de movimentar as economias em todo o mundo. “Fico muito satisfeita de vir aqui e ver que a indústria do Pará está preocupada com este tema e está percebendo que ele é da maior relevância na medida em que, sem isso, sem criatividade, sem entender a complexidade do mundo moderno, a importância das novas tecnologias, a importância da criatividade, dificilmente a indústria sobreviverá”, pontua a especialista.

 
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