Banco da Amazônia esclarece sobre o FNO

Publicado em 24/08/2017 15:05h

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Banco da Amazônia esclarece sobre o FNO

O Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) possui recursos orçamentários para 2017, a serem aplicados no Pará, no valor de R$ 1,4 bilhão, sendo limitado ao máximo de 30% para comércio e serviços e mínimo de 51% para aplicação de pequeno porte. Esse recurso foi tema de reunião realizada na FIEPA nesta quarta-feira (23), pelo Fórum das Entidades Empresariais do Pará, com o Banco da Amazônia, instituição bancária responsável por esse tipo de crédito.

Um dos principais questionamentos do Fórum foi um pedido para que o Banco avançasse no processo de desburocratização dos procedimentos de análise, aprovação e liberação dos recursos do Fundo. De acordo com resposta do Banco, a redução da burocracia passa pelo envolvimento de diversos entes, considerando que a instituição, como operadora de recursos públicos, é obrigada a cumprir exigências legais, ambientais, fundiárias, orçamentárias e cartorárias. Exigências que, por vezes, geram a dependência de documentação e registros em outros órgãos.

“Ratificamos a disponibilidade de recursos, temos um valor de FNO para ser aplicado em 2017, que vem num ritmo bom de aplicação, então temos a expectativa de cumprir esse orçamento. Trouxemos também algumas novidades em relação ao banco buscar eficiência na aplicação e nos seus processos. Estamos inaugurando a Central de Crédito do Estado do Pará, dia 28 de agosto, e mudando os nossos modelos de agência e superintendência. Nossas agências ficam então muito mais liberadas para de fato se relacionarem com nossos clientes e identificarem as melhores oportunidades de negócios e oportunizarem isso ao setor produtivo”, ressaltou Francimar Maciel, Diretor de Crédito do Banco da Amazônia.

O presidente do Fórum e presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), José Conrado Santos, destacou que essa aproximação com o banco vai ser importante para um novo programa do Sistema FIEPA, o Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC), que oferece serviços padronizados de orientação, assessoria e consultoria ao crédito às empresas. “É importante que uma entidade como o Banco da Amazônia, o maior banco de fomento do Norte, esteja junto com a gente nesse processo. Vamos desenvolver um trabalho com as micro, médias e grandes empresas para fazer uma análise prévia antes de chegar ao banco, de maneira que a solicitação já chegue lá dentro dos parâmetros necessários”, esclareceu José Conrado.

O Fórum das Entidades Empresariais, que realizou a reunião com o Banco da Amazônia, é formado por representantes da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (FAEPA), Federação do Comércio do Estado do Pará (FECOMERCIO), Associação Comercial do Pará (ACP), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Pará (FACIAPA), Centro das Indústrias do Pará (CIP), Associação Paraense de Supermercado (ASPAS), Federação da Câmara dos Dirigentes Lojistas (FCDL), Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB-Pará), Clube de Diretores Lojistas de Belém (CDL), Federação das Associações de Micro e Pequenas do Estado do Pará (FAMPEP) e Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (AIMEX).

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