Embaixador da Alemanha visita o Sistema FIEPA

Publicado em 18/07/2019 16:46h

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Embaixador da Alemanha visita o Sistema FIEPA

A União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Pará, perdendo somente para a Ásia. No continente europeu, o principal comprador dos produtos paraenses é a Alemanha, que no primeiro semestre deste ano, comprou do Estado US$ 276 milhões. Os principais produtos exportados pelas empresas paraenses ao país europeu são minérios, madeira e pimenta. Para estreitar os laços do país com o estado do Pará, o embaixador da Alemanha, Georg Witschel, e o cônsul Paul Steffen, realizaram nesta quinta-feira (18) uma visita ao Sistema FIEPA.

“A nossa expectativa é de poder ampliar os negócios com a Alemanha. Já temos uma excelente relação comercial, comprovada pela nossa balança comercial, e agora com o recente acordo entre Mercosul e União Europeia, podemos avançar ainda mais”, destacou o vice-presidente da FIEPA, Nilson Azevedo.

O embaixador Georg Witschel disse que essa já é sua segunda visita à FIEPA e a terceira ao estado do Pará. Além da visita à Federação das Indústrias, ele também cumpriu agenda na Universidade Federal do Pará (UFPA), na Embrapa e com o deputado federal Nilson Pinto (PSDB), presidente do Grupo Parlamentar Brasil-Alemanha na Câmara dos Deputados.

“A Alemanha é o maior parceiro econômico do estado do Pará dentro da União Europeia. Agora, com as reformas no Brasil e o acordo comercial entre União Europeia e Mercosul, temos certeza que nosso volume de negócios vai aumentar e que haverá muitos investimentos da Alemanha no Brasil”, disse o embaixador, acrescentando que o país não deseja acabar com o Fundo Amazônia, criado para projetos de combate ao desmatamento, cujos maiores financiadores são a Alemanha e a Noruega. “O que discutimos é a possibilidade de aumentar o financiamento para instituições acadêmicas.  A pesquisa é um elemento essencial para melhorar o uso da floresta, criando fontes de renda e ao mesmo tempo evitando o desmatamento. Queremos melhorar o trabalho, para garantir mais sinergia, e não acabar com o Fundo Amazônia”, esclareceu Witschel.

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