Entidades de classe pedem fim ao movimento dos caminhoneiros

Publicado em 30/05/2018 17:00h

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Entidades de classe pedem fim ao movimento dos caminhoneiros

A manifestação dos caminhoneiros, que já entra no 10º dia, está causando desabastecimento e afetando todos os setores produtivos e a sociedade como um todo. Neste sentido, diversas entidades representativas do comércio, indústria e serviços dentre elas: Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo no Estado do Pará (FECOMÉRCIO); Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) e Associação de Distribuidores e Atacadistas do Estado do Pará (ADAPA) participaram de entrevista coletiva à imprensa nesta quarta-feira, 30, na sede da FECOMERCIO para informar como a paralisação está refletindo nos negócios locais.

O presidente em exercício da FIEPA, Nilson Azevedo, disse que essa situação da paralisação dos caminhoneiros gera uma reação em cadeia, onde a agricultura, a agroindústria, a indústria, o comércio e setor de serviços já estão sentindo muito os efeitos.  “As questões levantadas pelo movimento em si já foram resolvidas. E é muito perigoso dar continuidade ao mesmo, pois as conseqüências seriam muito mais sérias e os empresários e a sociedade não têm como arcar com esse prejuízo: os empregos formais já estão comprometidos”, disse. 

“O Centro das Indústrias do Pará – CIP apoiou desde o início o protesto dos caminhoneiros em busca de um preço justo para pagamento do combustível, totalmente desfigurado quando se acrescenta os altos impostos. Mas neste momento entendemos que o governo federal já atendeu a todas das reivindicações e que o movimento não pode persistir. Chegou à hora do governo engrossar o discurso e acabar com essa situação”, alertou o presidente do CIP, José Maria Mendonça.

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