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SUGESTÃO DE PAUTA - Indústria aponta caminhos para uma nova economia sustentável na Amazônia

Atualizado: 10 de nov.

Avanços e desafios do setor industrial amazônico são destacados pelo presidente da FIEPA, Alex Carvalho, durante a COP30


Como uma das anfitriãs da COP30, em Belém, a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) apresentará, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), um conjunto de propostas estratégicas para impulsionar a economia de baixo carbono no Brasil, com foco no fortalecimento das bioindústrias amazônicas e na atração de investimentos verdes. Essas propostas integram o documento Diretrizes para uma Indústria de Baixo Carbono, elaborado no âmbito da Jornada COP+, movimento multissetorial liderado pela FIEPA com apoio da CNI, do setor privado e do poder público.  

A presença ativa da FIEPA em fóruns internacionais, como a COP28 em Dubai, a Semana do Clima de Nova York e a Pré-COP em Brasília, reforça o protagonismo do setor produtivo amazônico na construção de uma transição justa, capaz de conciliar metas ambientais e desenvolvimento econômico. Para o presidente da FIEPA, Alex Carvalho, o futuro da indústria na Amazônia depende da capacidade de gerar valor sustentável a partir dos recursos naturais, promovendo emprego, renda e qualidade de vida para quem vive na floresta.  


 “Não há contradição entre conservar e desenvolver. São dimensões indissociáveis de um mesmo futuro. Queremos falar e ouvir mais, buscar convergências e construir pontes para uma transição justa, capaz de proteger a floresta e garantir dignidade para quem vive nela”, afirma Carvalho.  

Resultantes diretamente das discussões da Jornada COP+, que reúne diferentes vozes e experiências para converter a conservação ambiental em oportunidade econômica, as recomendações visam subsidiar o enfrentamento de questões universais a partir de uma agenda amazônica que se conecta de forma direta e legítima com os debates globais.  

 

“Essa ousadia de transformar realidades locais em soluções globais é o que diferencia o momento que estamos vivendo. E essas propostas, embora nascidas de um território específico, dialogam diretamente com os desafios globais das mudanças climáticas”, enfatiza o presidente da FIEPA. 

 

As diretrizes foram construídas de forma colaborativa, a partir de dez grupos temáticos: comunicação e advocacy; infraestrutura e logística; atração de investimentos; economia de baixo carbono; mulheres e povos tradicionais; sociobioeconomia; economia circular; transformação digital e inovação; transição energética; e rastreabilidade das cadeias de valor. O processo envolveu 11 especialistas, 180 participantes e 153 organizações de mais de 30 setores da sociedade civil e produtiva.  

 

Durante o evento, o presidente da FIEPA reforçará ainda as pautas prioritárias da indústria amazônica, entre elas o fortalecimento das bioindústrias regionais, a expansão da infraestrutura logística e energética, a atração de investimentos verdes e o reconhecimento e soluções para o chamado “Custo Amazônia”, conjunto de desafios que comprometem a competitividade e o desenvolvimento regional, como a dificuldade de acesso a mercados, altos custos logísticos, defasagem tecnológica, morosidade no licenciamento ambiental, ausência de incentivos fiscais e ilegalidades como desmatamento e garimpo.  

 

“Reduzir as desigualdades regionais não é apenas uma questão amazônica, é uma estratégia nacional. Nosso potencial é gigante, mas precisamos de todo o apoio possível para superar os entraves históricos que ainda limitam nosso desenvolvimento. Queremos mostrar para o mundo que investir na Amazônia é seguro, rentável e sustentável. A indústria da região já é protagonista em projetos de baixo carbono e sociobioeconomia, o que reforça nossa credibilidade perante investidores e contribui para as metas globais de redução de emissões”, destaca Carvalho.  

 

Para o presidente da FIEPA, o papel da indústria é converter o potencial biológico da floresta em produtos de alto valor agregado, como biocosméticos, biopolímeros e bioprodutos agregando inovação, tecnologia e rastreabilidade às cadeias produtivas sustentáveis.  

 

“A Amazônia está pronta para ser protagonista da economia verde. A indústria é o elo que conecta esse potencial à transformação concreta da vida das pessoas”, conclui Alex Carvalho. 

 
 

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