Record promove debate sobre a convergência da TV aberta e das mídias sociais

Publicado em 09/11/2017 19:56h

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Record promove debate sobre a convergência da TV aberta e das mídias sociais

Record promove debate sobre a convergência da TV aberta e das mídias sociais

 

O grande desafio é enxergar a complementaridade das mídias para a conquista do consumidor do século XXI

 

A Record TV realizou no dia 09 de novembro, com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), o “Recorday”. O evento teve como objetivo provocar uma discussão sobre a importância da convergência da TV aberta e das mídias sociais. Segundo Nilson Andrade, diretor comercial e Marketing da Record, aesses veículos de comunicação precisam caminhar juntos. “A TV aberta ainda é, e será por muito tempo, o maior veículo de comunicação de massa. A internet veio para somar e não para substituir”, disse.

Em sua fala de abertura, o presidente do Sistema FIEPA, José Conrado Santos, parabenizou a Rede Record pela iniciativa e destacou a importância do tema para o setor produtivo. “A Record TV é uma grande parceira do setor industrial e está de parabéns. Essa iniciativa de trazer conhecimento é louvável, pois auxiliará a classe empresarial a entender melhor o comportamento do consumidor, para que seja feita uma comunicação mais assertiva de seus produtos e serviços”, disse.

O “Recorday” foi realizado no auditório Albano Franco da FIEPA e contou com a participação de diretores e dirigentes da Federação, além de lideres de classe, empresários e agências de publicidade. Os palestrantes foram o presidente do Rede Record, Luiz Claudio Costa, o diretor do Kantar IBOPE, Arthur Bernardo e o especialista em consumo, Renato Meirelles.

Mudança

De acordo com Renato Meirelles, o Brasil mudou muito nos últimos anos e vai continuar mudando: houve um aumento grande da escolaridade dos brasileiros, a forma de trabalhar e ganhar a sua renda. “O que vemos hoje é uma democratização enorme da internet, que veio para ficar. A questão é que as pessoas consideram que a internet é concorrente da TV. Mas isso não é verdade, por dois motivos: primeiro existem, ainda, no Brasil mais de 50 milhões de pessoas que não acessam a internet, mas têm poder de compra: consomem roupas, produtos alimentícios e viajam. Em segundo lugar, a TV acaba pautando o que a internet fala. Enxergar a complementaridade das mídias é o grande desafio para a conquista do consumidor do século XXI”, explicou Renato.

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