Tabela de preços mínimos de frete rodoviário de cargas prejudica o setor produtivo do Norte

Publicado em 07/06/2018 13:53h

Fiepa Novidades

Tabela de preços mínimos de frete rodoviário de cargas prejudica o setor produtivo do Norte

Nota de posicionamento

A Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) e o Centro das Indústrias do Pará (CIP) avaliam que o estabelecimento da tabela de preços mínimos de frete rodoviário de cargas prejudica o setor produtivo do Norte. O frete de carga geral triplicou o valor e eliminou a única vantagem competitiva da nossa região, que era o frete de retorno.

Sem esta vantagem, nossas indústrias serão obrigadas a suspender suas atividades, enquanto viabilizarão uma frota própria ou ativarão o setor de cabotagem. A título de comparação, um contêiner de 40 Teus chega hoje ao valor aproximado de R$ 10 mil, enquanto que uma carreta com capacidade para o mesmo volume custa aproximadamente R$ 25 mil, conforme tabela apresentada, de Belém a Porto Alegre.

A única forma encontrada, caso seja mantida a ideia retrógrada de tabelamento, é que seja criada a categoria de frete de retorno, com redução de 40% a 50% sobre o valor da tabela apresentada.

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