Biojoias amazônicas, inovação e sustentabilidade estarão presentes na FIPA 2026
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O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Pará (SENAI PA) leva à XVII Feira da Indústria do Pará (FIPA) o Centro de Tecnologia Têxtil e de Confecção da Amazônia e o espaço “Joias da Amazônia”, iniciativas que unem moda, sustentabilidade, inovação e economia circular em um ambiente voltado à valorização da identidade amazônica e ao fortalecimento da indústria criativa regional.
O espaço apresenta soluções tecnológicas desenvolvidas pelo Polo de Vestuário do SENAI, além de destacar o potencial sustentável da cadeia produtiva da moda no Pará. A proposta é aproximar o público das oportunidades de formação profissional e das tecnologias aplicadas ao setor têxtil e de confecção.
Para a gerente do Centro de Tecnologia Têxtil e de Confecção da Amazônia do SENAI Pará, Clarisse Chagas, a participação na FIPA representa uma oportunidade estratégica para mostrar como o SENAI contribui para o desenvolvimento da indústria da moda no estado. “O Centro é uma vitrine das possibilidades que o setor têxtil oferece hoje no Pará. Queremos mostrar que a inovação e a sustentabilidade caminham juntas e que o SENAI é a porta de entrada para esse conhecimento e para novas oportunidades no mercado”, destacou.
Entre as soluções apresentadas estão os cursos e serviços de lean design, desenvolvimento de coleção, prototipagem e peças-piloto, controle de qualidade na confecção, corte automatizado de tecidos, modelagem digital e ESG aplicado à indústria do vestuário. Durante a feira, o público poderá conhecer de perto as tecnologias e entender como acessar os cursos e serviços ofertados pelo SENAI.
Além do espaço de inovação, o estande contará com a exposição “Joias da Amazônia”, projeto que transforma elementos da biodiversidade amazônica, como escamas de peixe, caroços de açaí e cerâmica regional, em biojoias autorais.
As peças foram produzidas por artesãs de Belém, Ananindeua, Marajó e Baixo Amazonas durante oficinas criativas realizadas no SENAI Getúlio Vargas, utilizando também sucata de alumínio doada pela Hydro. O projeto busca incentivar a geração de renda, o empreendedorismo feminino e a valorização dos saberes tradicionais da Amazônia. “Sonhos que se repetem, que nos conectam às origens, aos afetos e, às vezes, também aos nossos medos. Hoje, o projeto é a celebração de um sonho transformado em realidade”, destacou Nathalie Kuperman, diretora do Instituto Elabora Social.
A iniciativa foi idealizada pelo Instituto Elabora Social, com patrocínio da Hydro e apoio do Sistema FIEPA, Ebata e Aimex. O lançamento do projeto ocorreu durante a COP 30, com apoio da Jornada COP+.
A XVII FIPA é uma realização do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Pará (Sistema FIEPA), em parceria com Sebrae e patrocínio das empresas Hydro, Vale, Alcoa, Prefeitura de Barcarena, Sicredi, Elis Circular, Ligga e Mineração Rio do Norte (MRN); com apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Associação Brasileira de Produtores de Óleo de Palma (Abrapalma), Agropalma, Cargill, Coca-Cola, Hidrovias do Brasil, Saint-Gobain, Suzano e apoio cultura da Equatorial Energia.






