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Da montagem à programação: FIPA 2026 movimenta uma grande operação nos bastidores

  • há 11 horas
  • 4 min de leitura

Antes de os corredores serem ocupados por visitantes, de os painéis reunirem especialistas e de as marcas apresentarem suas funções para o mercado, a Feira da Indústria do Pará (FIPA) já começou a ser construída nos bastidores. A XVII edição do evento, que será de 20 a 23 de maio, no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, neste ano traz o tema “Amazônia: raiz do futuro”, e movimenta equipes técnicas, gestores, especialistas e parceiros que envolve planejamento estratégico, infraestrutura, comunicação e articulação institucional.


A vice-presidente executiva da FIEPA, Marcella Novaes, que está à frente da organização do Congresso Técnico da FIPA, explica que a definição dos conteúdos passa por estudos e encontros frequentes entre as equipes responsáveis pela programação.


“A FIPA é feita por muitas mãos. Para a construção do Congresso Técnico nós tivemos como base dados do Observatório da Indústria da FIEPA e de outras pesquisas que foram realizadas pela Federação das Indústrias, além de levar em consideração temas relevantes na geopolítica atual”, afirma.


Ela ressalta que existe um comitê dedicado exclusivamente à elaboração da programação técnica da Feira. “Existe um comitê do Congresso Técnico que se reúne semanalmente para trabalhar nas temáticas, painéis, palestras e palestra magna”, explica.


Ao longo dos anos, a FIPA passou a ocupar um espaço estratégico para a indústria paraense, funcionando tanto como ambiente de negócios quanto de troca de conhecimento. “A FIPA está se consolidando como um evento da indústria extremamente relevante, onde traz oportunidades de network, de negócio, além de soluções de problemas. Então é um espaço extremamente democrático e multifuncional, onde as indústrias podem apresentar suas soluções, máquinas, serviços, fazer negócios, buscar financiamentos, além de toda a discussão técnica e relevante que existe no Congresso Técnico”, destaca Marcella Novaes.


O superintendente do Sistema FIEPA, Aderson Pessoa, explica que a construção da programação exige pesquisa e acompanhamento constante das transformações econômicas e industriais do país e do mundo. “A construção da FIPA envolve um planejamento estratégico que começa muitos meses antes da realização da Feira. Após vastos estudos de conteúdo, selecionamos temas estratégicos para ampliar o potencial da indústria paraense na rota do desenvolvimento industrial global”, afirma.


Segundo ele, a curadoria da programação reflete a ambição de conectar a realidade amazônica às grandes tendências da indústria mundial, sem renunciar à especificidade local. “A FIPA reúne conhecimento, relacionamento e inovação. A ideia é ter uma programação que não apenas acompanhe as tendências do mercado, mas que também provoque reflexões e apresente caminhos concretos para proporcionar o desenvolvimento do futuro da indústria no Pará e na Amazônia”, destaca.


Montagem

Se o público vê estandes montados, iluminação funcionando e uma programação acontecendo sem interrupções, por trás disso existe uma operação complexa coordenada por dezenas de equipes técnicas.


A gerente de Engenharia Integrada da FIEPA, Ana Karolina Gomes, explica que a preparação da FIPA começa ainda na etapa de concepção dos espaços. “Significa transformar ideias em soluções reais, garantindo que conceito, montagem, operação, tecnologia e segurança funcionem de forma integrada para que a feira aconteça com qualidade, dentro do prazo e alinhada ao tema principal do evento. Esse trabalho começa muito antes da montagem física, com o desenvolvimento do conceito dos estandes, alinhados aos princípios e necessidades do Sistema FIEPA”, afirma.


A estrutura necessária para colocar a feira de pé mobiliza centenas de profissionais direta e indiretamente. “A montagem e operação da FIPA mobilizam centenas de profissionais direta e indiretamente. São equipes técnicas, projetistas, consultores, transportadores, montadoras, eletricistas, técnicos de audiovisual, cenógrafos, serralheiros, carpinteiros, logística, manutenção, segurança do trabalho e múltiplos fornecedores atuando simultaneamente em diferentes frentes”, explica.


Nos bastidores, o trabalho é dividido em várias áreas que precisam atuar de forma sincronizada para garantir que a programação aconteça sem falhas. “Nos bastidores, as principais frentes envolvem o desenvolvimento e compatibilização dos projetos, alinhamento entre SESI, SENAI, IEL e FIEPA, acompanhamento das montadoras, instalações elétricas e audiovisuais, logística de transporte e montagem, fiscalização técnica e controle de segurança. Também acompanhamos layouts, materiais, comunicação visual e soluções técnicas para garantir funcionalidade e viabilidade de execução”, detalha.


Comunicação

Além da estrutura física e da programação técnica, a comunicação também ocupa papel central na construção da FIPA. A gerente de Comunicação do Sistema FIEPA, Adriana Ferreira, explica que o trabalho vai além da divulgação institucional do evento.


“Estruturar a comunicação da FIPA também significa construir conexões. Existe um trabalho muito cuidadoso para transformar toda a complexidade da Feira, que envolve indústria, inovação, negócios, conhecimento e desenvolvimento regional, em uma narrativa acessível, capaz de dialogar com diferentes públicos”, afirma.


Segundo ela, a comunicação também participa das decisões estratégicas desde o início da organização da feira. “Desde o início do planejamento, a comunicação participa ativamente das discussões sobre posicionamento e relacionamento com parceiros e instituições. Nosso objetivo é garantir que cada ação da Feira tenha propósito, coerência e relevância, valorizando não apenas a dimensão do evento, mas principalmente o impacto que ele gera para a indústria e para a sociedade”, destaca.


Ela ressalta ainda que a comunicação atua como elo entre empresas, especialistas, patrocinadores e a sociedade. “Além disso, existe uma articulação constante com empresas, especialistas, patrocinadores, expositores, imprensa e instituições parceiras, porque a FIPA é, acima de tudo, um espaço de diálogo e construção coletiva. A comunicação tem o papel de integrar essas conexões, fortalecer a identidade da Feira e ampliar o alcance das discussões que acontecem dentro dela”, afirma.


A XVII FIPA é uma realização do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Pará (Sistema FIEPA), em parceria com Sebrae e patrocínio das empresas Hydro, Vale, Alcoa, Prefeitura de Barcarena, Sicredi, Elis Circular, Ligga e Mineração Rio do Norte (MRN); com apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Associação Brasileira de Produtores de Óleo de Palma (Abrapalma), Agropalma, Cargill, Coca-Cola, Hidrovias do Brasil, Saint-Gobain, Suzano, Águas do Pará e apoio cultural da Equatorial Energia.

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