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Sinduscon-PA lança novo censo imobiliário de Belém e Ananindeua

Sinduscon-PA lança novo censo imobiliário de Belém e Ananindeua

Sinduscon-PA lança novo censo imobiliário de Belém e Ananindeua

Com muitas novidades, números considerados positivos e perspectivas animadoras para 2020, o Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA) lançou nesta terça-feira (18) o 7º Levantamento do Censo Imobiliário de Belém e Ananindeua – mais uma edição da série de estudos exclusivos que vem se tornando tradicional no mapeamento de oportunidades abertas nos dois municípios com foco na exploração mercadológica e investimentos pontuais para o desenvolvimento do setor. O evento tem correalização do Sistema Fiepa.

 No evento, que foi realizado no prédio-sede da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), estiveram presentes empresários, representantes de instituições financeiras como Caixa Econômica Federal (CEF), Banco do Brasil (BB), Santander e Bradesco e outros agentes financiadores que conheceram os dados sobre o quarto trimestre de 2019 relativos às ofertas lançada e final, ou seja, estoque nas mãos dos incorporadores, os lançamentos e as vendas efetuadas, além da avaliação do mercado com relação à tipologia, padrões, renda exigida e regiões/clusters ou agrupamento de bairros.

Um dos registros de destaque dessa vez aponta que todos os indicadores de mercado, lançamentos, vendas, oferta e preços, se movimentaram no sentido positivo no mercado, e os lançamentos se recuperaram, embora haja mais espaço para crescimento, e apresentaram boas performances de vendas. Houve um crescimento na venda de imóveis verticais na cidade de Belém na ordem de 33%, comparando-se o volume de negócios de 2019 à movimentação do mesmo período no ano anterior, excluindo-se os números do programa federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

“A realização dessa análise periódica, que é uma iniciativa do Sinduscon-PA, é importante porque coloca uma lupa sobre a real condição imobiliária em nossa capital e Ananindeua, diminuindo significativamente a chance de erro nos movimentos do conjunto corporativo interessado nessas áreas”, informou o presidente do Sinduscon-PA, Alex Carvalho. "Os números demonstram que iniciamos uma retomada na Região Metropolitana de Belém, apesar de ainda serem em preços absolutos números baixos", disse.

"O que importa é que, em números relativos, há uma linha de tendência de crescimento e retomada do desenvolvimento", entende o dirigente. "Quando a gente faz uma leitura do ambiente como está hoje, e estamos falando de uma Selic de 4,25% e com taxas de juros e ofertas de crédito imobiliárias extremamente convidativas, baixando cada vez mais, a economia se recuperando, faz com que o apetite do cliente para investir retorne."

"É inconcebível como, em termos de grau comparativo, e não como crítica pela crítica, termos demora para aprovação de liberação de empreendimento, alvarás e registros em cartórios", lamentou. "Então, quanto mais veloz e dinâmica essa locomotiva funcionar, e bem abastecida de um mercado pujante, é claro que o desenvolvimento irá ocorrer.  Então o benefício não será só das empresas construtoras e incorporadoras, ou somente dos clientes, mas de um todo, da sociedade. Que haverá dentro da nossa cidade bons empreendimentos e investimentos sendo incorporados, e isso dá um rebatimento na economia como um todo, como na geração de emprego, que é imediata.

Esses números nos trazem, acima de tudo, uma informação muito qualificada para o empreendedor direcionar onde investir, por que investir, para que demanda, para qual público. Traz confiabilidade às instituições financeiras que o empreendedor está maduro, buscando o mercado e fazendo uma leitura de como ele realmente é", analisou Alex Carvalho.

A exposição do painel à plateia foi novamente da empresa paranaense Bureau de Inteligência Corporativa (Brain), a partir de iniciativa com base em aspectos técnicos sob a égide da Comissão da Indústria Imobiliária da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CII/CBIC) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), com o apoio da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Pará (Ademi-PA).

 OPORTUNIDADES

 De acordo com o consultor nas regiões Norte e Nordeste da Brain, Francisco Claubert Barreto, “com a demanda reprimida nos últimos três anos, há espaço para todas as faixas de metragem e locais”, garante ele, referindo-se a lofts, studios, o desejado modelo standard, bem como novos prédios com salas comerciais.

“No ano passado em Belém, “após um primeiro semestre de poucos lançamentos, incompatível com o tamanho da cidade, gerando demanda reprimida, os incorporadores voltaram a lançar no segundo semestre, e, o mais importante: obtiveram boas perspectivas de performance de venda”, declarou.

 

 

 


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